Arquivado em: Clusters, Comportamento, Mobile marketing | Tags: câmera digital, celular, China, Crianças brasileiras, Internet, MP3 ou iPod, MTV Networks Latin America, Nickelodeon, videogame
Crianças brasileiras são as que mais usam a internet no mundo: 86% delas acessam três ou mais vezes por semana e possuem em média 12 amigos virtuais que nunca encontraram.
As brasileiras também são as crianças que mais usam celulares no mundo. 81% delas afirmam que utilizam o celular três ou mais vezes por semana, 50% a mais do que as crianças japonesas.
Os pequenos brasileiros estão em segundo lugar no ranking dos que mais visitam sites de relacionamento (67%), atrás apenas da China (79%). A Itália vem em terceiro lugar (53%).
Os dados foram levantados pelo estudo Playground Digital, realizado pelo canal de TV por assinatura Nickelodeon em 2007. O estudo ouviu mais de sete mil crianças em 12 países – Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Holanda, Itália, Suécia, Alemanha, Índia, México, Japão, China e Brasil –, com idades entre 8 e 14 anos e com acesso à tecnologia, independente de classe social.
Era obrigatório que cada criança tivesse acesso a pelo menos dois aparelhos, dentre os seis sugeridos – câmera digital, videogame, MP3 ou iPod, internet, celular e pertencer a algum site de relacionamento.
Noel Gladstone, VP de pesquisas da MTV Networks Latin America e Nickelodeon Brasil, aponta as diferentes formas como as crianças lidam com a tecnologia, dependendo de seu país de origem. “No México, o celular é tido como um item de segurança, enquanto os brasileiros adoram o elemento social que a tecnologia digital oferece – tanto com celulares como com a internet”, avalia.
Fonte: Nickelodeon
Arquivado em: Redes sociais
O número de participantes de redes sociais na internet deve atingir 230 milhões até o fim deste ano em todo o mundo – incluindo vários grupos de usuários –, o que deve gerar para os sites de relacionamento uma receita total de US$ 965 milhões, de acordo com relatório divulgado pelo instituto de pesquisas Datamonitor Research. A empresa projeta, ainda, que essa cifra deve crescer para US$ 2,4 bilhões em 2012.
O crescimento explosivo das redes sociais, no entanto, deve ocorrer mais cedo nos Estados Unidos. De todo modo, os fornecedores de infra-estrutura, sites de relacionamento e provedores de redes sem fio em todo o mundo já obterão lucro nos próximos anos, segundo Ri Pierce-Grove, analista de tecnologia da Datamonitor e autor do estudo intitulado “The Future of Social Networking: understanding market strategic and technological developments” (O Futuro das Redes Sociais: entendendo as estratégias de mercado e o desenvolvimento tecnológico).
Segundo ele, a maioria das grandes redes sociais, em especial aquelas que permitem a distribuição de conteúdos como vídeos, já tem hoje um amplo alcance geográfico, e até o fim deste ano as regiões do mundo devem ficar divididas da seguinte maneira:
A Ásia-Pacífico contribuirá com 35% dos grupos das redes sociais;A Europa, Oriente Médio e África (EMEA) contribuirão, juntos, com 28% dos grupos;A América do Norte deve responder por 25% dos membros;
E o Caribe e a América Latina (CALA) responderão por 12% dos grupos.
Embora a curva de adoção das redes sociais deva variar drasticamente de região para região, a Datamonitor avalia que haverá um pico de crescimento em todas elas em 2009, atingindo o nível máximo em 2012.
Segundo o instituto, nos Estados Unidos, o MySpace será o responsável por quase metade dos 54 milhões de membros de redes sociais já neste ano:
MySpace: 47,4%Facebook: 18,2%YouTube e Orkut combinados: 7,6%
Flickr: 7,1%
“A extraordinária proliferação das redes sociais vem sendo alimentada pela inovação na forma como comunicamos”, afirma Pierce-Grove. “No entanto, esse ambiente de mercado aquecido, de capital fácil e atenção da mídia, que estimula a curiosidade do usuário, não perdurará indefinidamente. Por isso, todos os players devem desenvolver uma estratégia em duas vertentes, a fim de sobreviver diante de intempéries como furacões e tsunamis”, finaliza.
Da Redação TI INSIDE News
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Consumidores mais conectados, segmentação de público para evitar dispersão, comentários de formadores de opinião e alto poder de replicação são os principais motivos do sucesso das redes sociais como blogs, YouTube, Orkut, Overmundo, Beltrano, My Space e Facebook em ações de marketing viral. A explicação para isso é que nesses ambientes há um estímulo para que determinados assuntos, produtos ou serviços sejam comentados.
A partir dessa tendência aliada ao fato dos blogs terem se tornado um fenômeno social, com a criação de 75 mil deles por dia tendo como média um novo por segundo, o Empório de Mídia resolveu promover o Blog.com.cafe, um encontro de profissionais de mídia de grandes agências de publicidade e blogueiros. O objetivo é de, juntos, chegarem a um novo formato de mídia ideal para ser veiculada em blogs. “Como nesse tipo de veículo há interatividade, o modelo de publicidade não deve ser o mesmo que o de sites convencionais, que, na maioria das vezes, utiliza o formato banner”, declara André Renzi, gerente de mídia da agência da Media Contacts, responsável por contas como Peugeot, Citroen, Webmotors, Colgate, Hotéis.com, Accor, Dior, Credit Suisse, Air France, KLM, Reckitt Benckiser entre outras.
Durante o primeiro encontro, que aconteceu nesta terça-feira, os participantes chegaram a mencionar uma série de opções como post patrocinados, promoções, links diferenciados, enquetes e vídeos, mas o formato ideal de publicidade para os blogs ainda está por vir. “Há uma grande demanda de anunciantes para esse tipo de mídia. Acreditamos que a opinião do mercado publicitário por meio de profissionais de mídia das agências com a experiência adquirida pelos blogueiros será possível chegarmos a um modelo ideal”, conclui Alex Baptista, diretor comercial do Empório de Mídia.
O próximo Blog.com.café será realizado no próximo mês, os blogueiros interessados em participar devem entrar em contato com o pessoal do Empório de Mídia pelo e-mail parcerias@emporiodemidia.com.br.
Para conferir a galeria de fotos clique aqui
Fonte: Consumidor Moderno e Adnews
Arquivado em: Blog, Empório Ná Mídia, On-line, Publicidade | Tags: , André Renzi, Blog, Media Contacts
Encontro com blogueiros analisa o uso de blogs como mídia social em ações virais
O Empório de Mídia promove amanhã (23) um encontro com blogueiros para discutir o mercado online e o uso do blog como mídia social em ações virais. O encontro contará com palestra de André Renzi, gerente de mídia da agência da Media Contacts, responsável por campanhas de grandes empresas como Peugeot, Citroen, Webmotors, Colgate, Hotéis.com, Accor, Dior, Credit Suisse, Air France, KLM, Reckitt Benckiser entre outras.
Fonte:Propmark
Arquivado em: Empório Ná Mídia, Propaganda Verde | Tags: Empório de Mídia, Lana Pinheiro, Propaganda Verde, Revista Isto É Dinheiro

Se depender do Empório Mídia, o Brasil será um país cada vez mais arborizado. A agência resolveu firmar parceria com a ONG Ecoar e destinará 2% de seu faturamento para o plantio de árvores em regiões prédeterminadas. A iniciativa foi batizada de “Propaganda Verde”.
Revista Isto É Dinheiro
DATA DE PUBLICAÇÃO:17/10/2007
Por Lana Pinheiro
Arquivado em: E-mail marketing
O futuro é promissor para a propaganda via email. O site americano de pesquisas de marketing eMarketer estima que os gastos com propaganda via email devam crescer de 338 milhões de dólares em 2006, para 616 milhões de dólares em 2011 — um crescimento de 82% em seis anos. Apesar do crescimento expressivo, representa apenas a metade da taxa estimada de gastos totais com publicidade online no mesmo período. O “apenas” se deve, segundo o site, ao enorme potencial guardado da ferramenta.
Isso porque as estimativas mostram um leve declínio de investimento de 1,9% para 1,4% de 2007 a 2011. Por que o número não é maior? Uma das explicações é que a ferramenta é mal compreendida, e simplesmente encarada como opção de baixo custo.
De acordo com o IAB (Interactive Advertising Bureau), é considerada propaganda via e-mail banners, links ou patrocínio que apareça em e-newsletters, campanhas de e-mail marketing ou outros tipos de comunicação comercial via e-mail.
Consumidor Moderno
Por Ticiana Werneck
Arquivado em: Merchandising
Madonna trocou a Warner Music por um acordo com a Live Nation, empresa que promove shows. Será a 1a artista do elenco da Artist Nation, nova divisao da companhia. O modelo de negocio é sem precedentes, diz a Billboard, e envolve, em nivel global, todas as atividades musicais da cantora – turnês, albuns, merchandising, filmes e etc.
“O paradigma do negocio da musica mudou e como artista e empresaria eu tenho que acompanhar essa mudança” – diz Madonna em comunicado à imprensa. “Pela 1a vez em minha carreira as formas de como a musica pode chegar aos fãs nao tem limites” – comenta. “Eu nunca quis pensar de maneira limitada e com essa nova parceria as possibilidades nao têm fim” – comemora.
O anuncio ocorre apos especulaçoes que previam que a cantora deixaria a gravadora Warner Music – a gravadora tinha se recusado a equiparar a proposta da Live Nation, diz a AP. Madonna ainda tem que lançar um album e uma coletanea de sucessos pela Warner.
Noticia do Blue Bus
Arquivado em: Mobile marketing
Com a previsão de três bilhões de usuários mundiais até o final do ano segundo a empresa de pesquisas Telecoms and Media, o telefone celular deixa de ser apenas um acessório pessoal para ser utilizado como uma ferramenta de marketing. Essa tendência já pode ser observada em empresas tradicionais que adotam o móbile marketing e apresentam seus cases de sucesso durante o III Fórum Brasileiro de Marketing de Relacionamento na Web que acontece dia 16 de outubro no WTC Hotel em São Paulo.
O frigorífico JPS Friboi, por exemplo, fará uma demonstração do móbile marketing durante a apresentação de seu case. A empresa enviará aos participantes uma propaganda via SMS com o auxílio do Empório de Mídia, empresa de marketing e soluções de mídia que oferece esse tipo de serviço e é um dos patrocinadores do evento.
De acordo com Alberto Apolinário, diretor de marketing do Empório, as vantagens de se utilizar essa nova ferramenta são inúmeras. Além do custo inferior a de campanhas com as mídias tradicionais, o móbile marketing causa impacto e possui interatividade em tempo real. “Acredito que as ações com mobile marketing trazem um resultado muito positivo já que a maioria das mensagens é lida pelo destinatário”, diz.
O evento terá ainda discussões e apresentações em torno de temas ligados a estratégias de relacionamento com consumidores, canais e clientes na Web, contando com apresentações que focam experiências em mercados B2B e B2C, envolvendo portais, ações de CRM e campanhas integradas de marketing digital.
Ele é considerado autoridade em marketing e pioneiro no conceito de CRM. Stan Rapp, membro do board do McCann-Erickson WorlGroup e do prestigiado Hall of Fame of US Direct Marketing Association, reúne em seu currículo best-sellers corporativos expressivos como “Maxi Marketing”, “O Novo Maxi Marketing”, “A Grande Virada do Marketing”, que já venderam mais de 600 mil cópias em todo o mundo.
Para o especialista, a convergência de conhecimentos a respeito do cliente e a interação com ele são as chaves para maximizar vendas e lucros. Para sair na frente em meio à concorrência, Rapp listou sete multiplicadores do valor do relacionamento com o cliente:
01-Use o que você sabe para impelir o que você faz – Como você usa o que sabe sobre seus clientes para aumentar as vendas e os lucros? Tente responder mentalmente às perguntas: qual a quantidade de dados úteis sobre clientes você possui?; como você tem adquirido dados valiosos adicionais?; quão acessíveis são os dados?; como os dados são organizados visando à máxima eficácia? As respostas estão ligadas à regra áurea do marketing do século 21, segundo Stan, que dita “O Database é o Mercado”. Se existe um domínio sobre sua base dados, o mercado está nas suas mãos. Transforme dados em lucro.
02-Suprima a distinção entre produto e serviço – Já não basta apenas comercializar um produto ou serviço, é preciso criar novas ofertas para diferenciar a marca no mercado comoditizado. A nova concorrência não se dá entre o que as empresas produzem, mas entre o que elas agregam ao que produzem sob a forma serviço ao cliente, financiamento, opções de entrega… e outras coisas que as pessoas valorizam.













