Empório de Mídia


Google perde mercado de buscas para Yahoo e Microsoft
Julho 21, 2008, 2:32 pm
Arquivado em: Internet, Links patrocinados, Publicidade | Tags: , , ,

O Yahoo e a Microsoft ganharam posições no mercado segmentado de buscas na web em junho enquanto o Google perdeu. Segunda uma pesquisa da ComScore a parcela de mercado do Google em buscas on-line caíram de 61,8% em maio para 61,5% no mês passado.

Em segundo lugar, o Yahoo, ganhou 0,3 ponto para 20,9%, ao passo que a Microsoft saltou de 0,7 para 9,2%. A Ask.com, empresa de buscas na web e a AOL também perderam mercado. A Ask.com perdeu 0,2 ponto, para 4,3 por cento, e a fatia de mercado da AOL recuou 0,4 ponto, para 4,1 por cento. Com informações da Reuters.

Redação Adnews

Para saber mais sobre "links patrocinados" ligue para: 11 3876 1140.
Será um prazer entender e atender suas necessidades.



Microsoft lança campanha contra acordo Google-Yahoo!

A Microsoft não se mostrou satisfeita com o acordo que juntou as duas maiores empresas de busca na internet. Com a parceria na área publicitária, o Yahoo! passa a permitir que o Google venda anúncios nas buscas realizadas por sua ferramenta.

No contra-ataque, a empresa de Bill Gates entrou em contato com advogados que atuam junto à elaboração de políticas em Washington. De acordo com informação de fonte próxima ao caso, a Microsoft divulgou um e-mail no qual enfatiza que o acordo pode "limitar as opções para anunciantes e publicitários" e "destruir alternativas competitivas".

A empresa alega que a parceria deve fixar preços entre as companhias, o que vai estabelecer um preço mínimo para anúncios no modelo de links patrocinados, atrelados às buscas por palavras-chave. Outra preocupação é o fato de a junção acabar com o sistema de buscas do Yahoo!, o que eliminaria um competidor do mercado.

O senado norte-americano já está de olho no acordo em função de preservar a concorrência. "O grupo vai analisar os resultados da aliança e examinar com cuidado para assegurar que não prejudica a competição", disse Herb Kohl, presidente do comitê antitruste do Senado, à BBC.

Fonte: Redação AdNews

Para saber mais sobre "links patrocinados" ligue para: 11 3876 1140.
Será um prazer entender e atender suas necessidades.



Marketing viral ainda é distorcido

Muitas vezes confundidas com ações de seeding ou pulverização ou até mesmo com publicidade, as campanhas de marketing viral vão muito além do envio de uma mensagem para uma grande quantidade de pessoas. Nesse formato viral, as ações começam com o seeding e precisam ser bem criativas para agradar as pessoas, pois a viralização tem que ser, necessariamente, espontânea. Esses comentários podem ser via e-mail, sites, vídeos, redes sociais como blogs, Orkut, Facebook, Myspace, Twitter, fóruns de discussão e até por meio do boca a boca literalmente.

“Nesse tipo de marketing definitivamente não vale a imposição e nem pagamentos para escolher onde e como a informação será divulgada, o boca a boca tem que ser espontâneo. Se não for dessa maneira, não é viral”, esclarece Alberto Apolinário, um dos sócios-diretores do Empório de Mídia, empresa de soluções de inteligência em marketing e mídia. Ele explica que para o sucesso desse tipo de marketing é necessária a criação de uma boa peça e o envolvimento do blogueiro ou outro formador de opinião da rede social. “O importante é que essas pessoas definam o quê e a melhor maneira de viralizar uma mensagem sem comprometer a credibilidade que possuem”.

O especialista defensor do formato, quando aplicado dessa maneira que respeita o formador de opinião, acredita que a ferramenta é uma ótima estratégia de divulgação de uma marca ou de um lançamento de produto, pois oferece um retorno verdadeiro, seja ele positivo ou negativo. “Sendo uma das estratégias do SMO (Social Media Optimization), o marketing viral é utilizado para otimizar a visibilidade da empresa para o mercado em meio aos diferentes tipos de mídia social proporcionados pela web 2.0″, completa.

De acordo com Apolinário, a ferramenta, se utilizada de forma correta, apresenta muitas vantagens, como a garantia de mais visibilidade a mensagem do cliente e o aumento do poder de comunicação. “Se 25 pessoas gostarem da informação e repassarem para outras 25, seis vezes, toda a população mundial receberá a informação. Um bom exemplo é a popularização de grandes marcas como Yahoo, Google, Netscape, Amazon e Hotmail que se tornaram um sucesso sem gastar um tostão em publicidade, apenas na base do boca a boca”, observa. O especialista ainda lembra que essa será a tendência nos próximos cinco anos. Uma pesquisa realizada pela PQ Media revela que o avanço da mídia alternativa, que cresceu 22% em 2007 nos EUA, será impulsionado principalmente com a mídia gerada pelo consumidor, a propaganda em aparelhos moveis, a publicidade em videogames, a propaganda em video online e o boca a boca.

Fonte:Emporio de Mídia